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Mensagem por Serzedo em Qua Ago 20 2008, 23:45

[Novidades] Lançamentos Yamaha em 2008 011007_YAMAHA-13g
YZF-R6

A R6 surge este ano remodelada face ao modelo apresentado em 2006. As maiores diferenças estão na admissão, com condutas de comprimento variável.

Quando foi lançada em 2006 a actual R6 apresentou-se com um vasto manancial electrónico e dimensões minimalistas para garantir as melhores prestações em pista. Agora, surge actualizada com novas carenagens e uma actualização mecânica.
É no motor que voltam a surgir novidades no campo da electrónica. Se no modelo de 2006 a novidade estava no controlo electrónico do acelerador YCC-T (Yamaha Chip Controlled Throttle), agora é lhe adicionado um controlo electrónico de admissão, sistema estreado no ano passado na YZF-R1. No motor também há alterações, com particular incidência no grupo térmico, onde temos pistões com a zona superior convexa e que garantem uma maior compressão, agora de 13,1:1, a maior taxa de sempre em motos de produção da marca. Juntamente com as alterações levadas a cabo no sistema de escape e caixa-de-ar, como uma entrada de pressurização mais eficaz, a R6 chega aos 135 cv, segundo a marca.

No campo da ciclística as mudanças, embora tenham abarcado quase todos os elementos, visaram apenas alterar a distribuição das zonas de maior resistência. Para tal, foram feitas pequenas mudanças na espessura das paredes do quadro, em especial na zona da coluna de direcção. O elemento de ligação entre as duas traves foi removido nesta unidade de 2008, tal como já tinha acontecido na R1 de 2007. Na forquilha foram feitas alterações na rigidez dos seus tubos exteriores, de forma a acompanhar as alterações da coluna de direcção. A mesa de direcção é agora um pouco mais larga e o seu offset foi modificado. O sub-quadro é agora em magnésio, um material que permite poupar cerca de 450g.

Entre todas as modificações feitas nas carenagens e depósito, houve a necessidade de alterar a posição de condução, que tem o assento e os avanços colocados 5 mm mais à frente e os avanços estão ainda 5 mm mais em baixo, o que ajuda a colocar um pouco mais de peso na frente da moto, uma situação que ajuda este modelo a atingir o seu objectivo, ser a melhor supersport em pista.

Controlo de admissão electrónico YCC-I

O Yamaha Chip Controlled Intake é a mais recente adição à mecânica da R6, um sistema que foi estreado no ano passado na R1. A sua função é mudar o comprimento das condutas de admissão existentes dentro da caixa do filtro de ar, para aumentar a velocidade do ar a baixas rotações e, ao mesmo tempo, garantir que em alta se tenha o máximo volume possível a altos regimes. Para tal, as ditas condutas são formadas por duas peças. Um motor eléctrico faz mover uma das partes de forma a encostá-la ou afastá-la da que se encontra mais junto dos cilindros. Desta forma consegue-se ter umas condutas mais longas para baixas rotação e umas mais longas para quando o motor necessita o máximo de ar. Faz a análise da velocidade do motor e posição do acelerador, adequando a sua posição. A este sistema a Yamaha continua a acrescentar o controlo de acelerador electrónico para garantir a correcta quantidade de acelerador para o momento.

[Novidades] Lançamentos Yamaha em 2008 011007_yTENERE-14g
XTZ 660 Z Tenere

A Yamaha regressa em grande a um nome que tem um historial bastante importante na casa: Tenere. A XTZ 660 Z reassume um espaço na gama que havia sido deixado vazio há uns anos.

Tenere é um nome, que tem existido na gama Yamaha desde dos anos oitenta, e representa um espírito muito próprio de liberdade de utilização. As Tenere sempre foram motos que permitiam ir a qualquer lado, fosse por estradas alcatroadas ou nos meandros mais recônditos da terra, dos amplos desertos às mais intricadas florestas. Este ano a Yamaha surpreende-nos com uma nova Tenere, a XTZ 660 Z. Foi precisamente com esta cilindrada que existiu o último modelo com este nome, a XTZ 660 de 1991. A moto que agora se nos apresenta tem muito do espírito desse modelo, mas com uma aparência mais aventureira, adaptando-se às exigências dos anos volvidos.

O motor nada tem de inesperado, e é exactamente a unidade monocilíndrica que existe actualmente na marca e que serve motos como a XT ou a MT-03. Este é um monocilíndrico de 660 cc com refrigeração líquida, quatro válvulas por cilindro, em vez das 5 do passado, e injecção electrónica de combustível. Este é um motor mais que provado e que garante as prestações necessárias a este modelo, que pretende poder ser utilizado tanto em cidade no dia-a-dia, como nas condições mais duras.
Na ciclística encontramos as maiores novidades, já que tudo é novo nesta moto. O quadro foi desenhado para oferecer as melhores prestações dentro e fora de estrada. Um compacto duplo berço, uma estrutura que procura ser bastante resistente e ao mesmo tempo leve. As suspensões foram pensadas para enfrentar os terrenos mais acidentados. Para tal tem um curso bastante longo, de 210 mm na frente e 200 mm na traseira, e uma distância livre ao solo de 245 mm. Se este espaço não for suficiente, existe uma protecção de motor para o defender de alguma pedra. Na frente, a suspensão é feita por uma forquilha invertida, com protecções em fole das barras, e atrás o monoamortecedor está ligado a um robusto braço oscilante em alumínio através de um sistema progressivo de bielas. Na travagem, este modelo apresenta dois discos de 298 mm na frente e um disco de 245 mm na traseira.

Uma das características que este tipo de motos tem de apresentar é uma ampla autonomia, algo que este modelo garante com um depósito de 22 litros. Tal como no passado, a Tenere está desenhada para oferecer conforto para suportar essas longas tiradas, com uma carenagem frontal equipada com um amplo ecrã, mas que não tem uma aparência demasiado volumosa.

Acessórios para a aventura

Caso se pretenda aumentar as características aventureiras desta moto, a Yamaha disponibiliza uma ampla linha de acessórios, que vão desde soluções de carga até protecções mais resistentes.

No que respeita à bagagem, temos como opcional um conjunto de malas de alumínio - duas laterais e um top-case. Caso estes três elementos não sejam suficientes, existe ainda um saco de depósito. Para proteger a moto de alguma eventualidade existem protecções de punhos e de motor em alumínio, e uma protecção anti-riscos para o depósito de combustível. Para facilitar o estacionamento em zonas de piso mais irregular, ou a manutenção de elementos como corrente ou pneus, pode-se equipar a Teneré com um descanso central, e para aqueles que querem um som do motor mais solto, podem optar por silenciadores Akrapovic.

[Novidades] Lançamentos Yamaha em 2008 011007_ytmax-04g
T-Max 500

Para 2008, a grande novidade da T-Max é o novo quadro de alumínio, que deverá elevar as qualidades de um comportamento dinâmico que já era referencial.

A T-Max 500 é uma scooter que marca alguma diferença para as suas adversárias mais próximas, por algumas soluções técnicas que possui e pelo seu comportamento. Para 2008 a Yamaha decidiu renová-la, mas sem alterar em demasiado o conceito e características base. Se poderíamos pensar que um dos passos da marca seria aumentar a cilindrada, tal não aconteceu, e o bicilíndrico paralelo continua a possuir 499 cc. Esta unidade motriz continua a destacar-se por ter injecção de combustível, quatro válvulas por cilindro e ser fixa ao quadro, ao contrário da maioria das scooter, em que o motor é basculante com a roda traseira. Para 2008 esta unidade recebeu refinamentos ao nível do mapa de injecção, admissão de ar e escape, cumprindo a norma Euro-3.

Mas as grandes novidades estão na ciclística, sendo o novo quadro em alumínio o “ex-libris”. A nova estrutura, que chegou a ser testada em pista, e substitui um anterior quadro em tubos de aço, é mais leve, com a vantagem de apresentar uma melhor distribuição das zonas de maior rigidez. No trem dianteiro a jante passou a ser de 15” e as forquilhas são de maior diâmetro, passando de 41mm para 43 mm. A travagem passa a estar a cargo de pinças mono-bloco na frente, que actuam sobre dois discos, havendo uma versão com ABS.

Esteticamente este modelo está mais dinâmico, embora mantenha os traços base. No campo do conforto, destaca-se o assento de dois patamares, condutor e passageiro, que foi redesenhado para se chegar melhor ao chão, além de ter dois tipos de revestimentos, para maior comodidade. O depósito de combustível tem maior capacidade, agora 15 litros, e por baixo do assento continua a haver um bom espaço de arrumação.

Fonte: Motociclismo

"V"

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