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Mensagem por Antonio Carlos Serrano em Sex Jun 28 2019, 07:32

Viagem a Andorra. ( 1ª Parte )

Vontade

Adquiri  uma paixão  muito grande nestes  últimos anos em andar de  moto.  Durante longo tempo   a minha atividade  profissional  não permitia  dispor de  tempos livres  para a prática  de qualquer  desporto.  Cheguei à  idade  da reforma e a ociosidade  do tempo livre começou   a perturbar-me.   O meu filho guardava a  sua mota na minha garagem e de certa forma  incomodava-me  olhar  para aquele brinquedo sem o disfrutar, até que, chegou o dia porque a  curiosidade foi mais forte e  num impulso feliz fui dar uma volta e aquele despertar de novas sensações   foi  extremamente  gratificante.

No dia seguinte, comprei uma. Comecei  com uma 125 mas arrependi-me  e num curto espaço de tempo  adquiri uma Virago 535. Os passeios  e as concentrações começaram a despoletar  em mim  e  troquei  por uma Honda 750. Num ápice de tempo estava  a comprar  e a recomprar  todos os equipamentos  necessários para passeios  maiores e  despertou-me  o “bichinho” por uma moto maior capaz de levar-me a rolar estrada.  Troquei por uma Honda Goldwing 1.500 .  Mas, não  contente acabei por trocá-la por outra Goldwing F6b 1800, tudo num percurso de 4 anos, onde , entre retas e curvas percorri cerca de 70.000km.
Ao longo do ano, começamos a sonhar e perspetivar todos os longos passeios que pretendemos  fazer e foi então que “agarrei-me” ao computador   e comecei a desenhar  um percurso de aproximadamente  3.200km. Leça da Palmeira-Riano-Biarritz-Arcachon-Bordeus-Toulouse-Carcassonne-Perpignan-Andorra-Saragoza-Sória-Valladolid-Zamora-Bragança-Porto.
Preparativos

O desejo pelo Passeio estava determinado. Publiquei  o Evento no nosso Clube Motard de Leça da Palmeira e num ápice consegui  o parceiro ideal e habitual. O Rui Rodrigues alinhou de imediato  e  consegui desse modo a companhia ideal e tão necessária.
Faltavam dois meses e programei  uma vistoria  para salvaguardar  qualquer deficiência  para poder  rolar sem grandes preocupações.

Hoje, faltam quinze dias  e  já sei o que vou levar e o que vou dispensar. Entre Gps, GoPro, calças, casacos, cuecas, Tshirts, botas, telemóvel, medicamentos, etc,etc,  vou levar  todo o material de campismo para o que der e vier.  Não temos nada  planeado onde vamos comer ou dormir.  Simplesmente curtir a estrada,  com vontade de percorrer cerca de 300/400 km  por dia.
Vamos partir em Junho.

Parte 2.

Esta viagem  inicialmente  prevista para  ir a Andorra, foi alterada para ir ver o Grande Prémio  MotoGP  da Catalunha.
Chegou o dia !  Eram 8 da manha, estávamos de partida  para Riano.  Muitos Km de auto-estrada. Porto-Chaves-Verin-Benavente.  Em Benavente optamos por uma estrada Nacional porque era muito mais emocionante.  Uma estrada espetacular com paisagens deslumbrantes de comover qualquer cristão mas com um  frio intenso  sentido no corpo apesar do equipamento apropriado.

Chegámos mesmo no final do dia a Riano, com pouca preocupação porque existia uma reserva prévia para um hotel de poucas estrelas. O sono foi Justo e quando amanheceu  a paisagem estava mudada. Os cumes nos montes vizinhos estavam  forrados com mantos de neve.  Uma paisagem gélida mas encantadora. Bagagens nas motas, partimos.

Nada programado mas com uma forte curiosidade e entusiasmo  de  percorrer aquelas curvas e  o serpentear maravilhoso  daquelas estradas que poluem os Picos da Europa até que chegamos a Aguilar de Campo, eram horas de  almoço e nada melhor que comer num daqueles restaurantes onde imperam os  camionistas  de camião. Já refeitos fisicamente, novamente  na estrada, atingimos Torrelavega,   uma visita rápida a San Sebastian .  Pelos nossos cálculos  ainda tínhamos mais uma hora de Sol para circular.  Seria o necessário  para chegar a Irún.  O tempo não estava nada favorável, frio e um vento muito forte.  Em alguns trechos das estradas,  senti algumas “rabanadas” que chocalharam  fortemente a minha moto que tem quase 400kg de peso.   A  chuva e ao mau tempo intensificaram-se. O meu visual era feio, parecia um escafandro a andar de moto. Como não previa tâo mau tempo levei  as calças de chuva mas não  as botas apropriadas. Daí, ter colocado dois sacos de lixo enfiados nos pés para atenuar a chuva nas botas. Alguma falta de visibilidade e mau estar gerou alguma confusão e perdi-me do Rui.  Mas o telemóvel resolveu a situação. Estava a anoitecer quando chegámos a Irún. Ficámos num Ibis.

As nossas  manhâs nunca foram stressantes. Depois do  acordar,  a maior preocupação era o pequeno almoço.  Geralmente  “Continental” que  era suficientemente substancial para aguentar longas  horas, sem comer.  Depois dos sacos e mochilas nas motos, era tempo de arrancar.

Novamente na estrada,  encontrámos  o primeiro túnel e depois de o percorrer surgiu a portagem  guardada por guardas fortemente armados, impondo  respeito a qualquer um. Continuámos o nosso percurso e encontrámos pela frente um extenso comboio  de camiões que não parecia acabar. Impressionante !  Camiões à direita restantes à esquerda.  A forma ordeira dos camiões  era  metódica. Todos respeitavam a velocidade máxima dos 80km/h sem ultrapassar.  Uma estrada com duas vias, poluída de sinais de trânsito  que toda a gente cumpria, menos nós !  Apareceram  novamente mais  túneis e portagens. Numa delas, voltei a perder-me do Rui.   Mas o nosso destino era para a cidade  seguinte   Arcachon,  e sem Stressar,  fui andando e antes de entrar no centro da cidade, encontrámo-nos novamente. O tempo melhorou, tinha parado a chuva.  Escolhemos outro Ibis .

O Gps  indicou-nos  os pontos principais  de Arcachon e lá fomos nós, cantando e rindo, tirar uma fotos e umas “selfies” para enviar para a Família. Tínhamos completado o nosso terceiro dia de viagem.

Na manha seguinte, não propriamente muito cedo, a nossa prioridade era de não ultrapassar a hora do pequeno almoço, geralmente,  uns quinze minutos antes de fecharem o “tasco”.

Mas  o prazer voltava. “ A Felicidade não está na estrada que leva a algum lugar. A Felicidade é a própria estrada”.
Com o simples objetivo pela liberdade de optar pelos horários mais adequados e de definir quais serão as paragens, será  mais interessante do que chegar rápido a um lugar. Vai demorar mais, mas vais curtir mais. Isso tenho a certeza !
Por variadíssimas vezes senti o prazer abstrato de ouvir música, para recompensar e reforçar a minha motivação.
Por vezes lembrava-me de olhar para o painel da moto, aferir se existia alguma luz de aviso, olhar para o ponteiro da gasolina que teimava sempre , por pedir mais “gota”. Preventivamente nunca deixei chegar à reserva e os Postos de gasolina eram locais bastante simpáticos de parar. Por  variadíssimas vezes fiquei estupefacto  com a extrema limpeza  e higiene dos “WC” e com acomodações apropriadas  para qualquer viajante usufruir.  Tudo isto com o particular  destaque que abasteci a minha moto com gasolina 95  a 1,42€ em França onde o ordenado mínimo é sobejamente superior, quase o triplo.  Fico triste, com esta realidade, ao comparar  com os valores praticados na nossa Terrinha.

Mas  ligo a moto, ligo o Som, porque viver é bom, nas curvas da estrada.

Estava previsto, neste quarto dia perfazer mais 350km.  A caminho  da próxima grande cidade, a paisagem era  particularmente  inebriante. A segunda maior região de cultivo de vinhos em todo o Mundo, devido a  excelente ambiente para o desenvolvimento de vinhedos. Estávamos a entrar na grande cidade  de Bordéus.  Depois do usual “tour”  fotos, selfies e contatos com a Família,  fizemos aquele esforço para beber umas “bejecas” e colocar à boca algo de substancial para encarar  mais alguns Km.

Novamente na estrada, com muitas paragens à mistura para tirar a “água do joelho” fruto da falta de hábito da cerveja artesanal. Bom, bom é o vinho … Durante  muitos km continuamos a serpentear  no meio dos camiões com alguns atrevimentos em ultrapassar em riscos contínuos mas o propósito de “rolar” foi superior. Próxima  parada, Toulouse.

Uma cidade gigantesca. A quarta maior cidade  de França. À entrada da cidade encontra-se  o maior  centro espacial da Europa.  Uma cidade banhada pelo rio Garona  onde atravessam dezenas de pontes que se destacam na sua sumptuosidade com a iluminação  noturna.  Uma cidade com muitos parques, muita vegetação,  monumentos e muitas Universidades.  Mas o gps mandou-nos para Blagnac porque nas definições só podiam aparecer, hotéis mais em conta.  Fomos novamente para um Ibis.
De volta a estrada, apanhámos a A-61 em direção a Carcassonne.  Uma cidade muito cheia de história. Para os curiosos aconselho  consultar a Wikipédia porque não sou historiador. Parámos  em Perpignan  para o trivial “tour” e registos fotográficos e  como a estrada era o nosso prazer, atravessámos as Montanhas  do Parque Natural Regional de La Narbonnaise. Estávamos  a entrar nov amente em Espanha.  Entrámos  em Girona,  recompostos  com algumas vitaminas seguimos  o nosso  estradão  para Lloret de Mar.

Aqui o gps  atraiçou-nos porque mandou-nos para uma espelunca de  meter medo. Mudou-se as definições e conseguimos ficar num Hotel com dois tipos de hospedes: Pessoas e andorinhas.  Nunca vi, tantas.

Como íamos ficar dois dias, retiramos toda a bagagem das motos. O descanso  foi essencial porque alguma fadiga estava presente.  Acordei com alguma dor no pé esquerdo.  Os excessos das “bejecas” foi notório.  Nada que algumas pastilhas não resolvessem o problema e partimos para Montmeló , a 30km de Barcelona, onde se iria realizar o Grande Prémio da Catalunha de Moto GP.  Comprámos  o bilhete para o dia seguinte!  Mas aproveitamos a distração na entrada e conseguimos ainda ver alguns treinos.  Algo inexplicável. O ambiente, o barulho das motas e a beleza do circuito. Muita adrenalina junta.

Como ainda havia tempo de sobra porque apenas anoitece lá para as 10 da noite. Por isso fomos até Barcelona.  Uma volta rápida e acabámos por parar junto à Sagrada Família para tirar algumas fotos e comprar mais alguns imanes, para a minha coleção. Das diversas vezes que tinha estado em Barcelona, nunca tivera a possibilidade de ver aquela obra colossal.

De volta à estrada. Fomos pelo litoral  para conhecer as famosas praias de Badalona,Villassar de Mar, Mataró, Arenys de Mar, Calella, Malgrat de Mar,  Blanes e regressar a Lloret de Mar onde estávamos hospedados.

Na manha seguinte com algum esforço, fomos tomar o pequeno almoço mais cedo porque tínhamos que voltar para Montmeló  para o GPmoto.  Quando lá chegamos, aferi  efetivamente  a vantagem em andar de moto. Filas indetermináveis de automóveis para entrar, debaixo de algum calor e nós a galgar piso serpenteando entre eles. Chegámos  sem grande dificuldade e fomos ver o GPmoto da Catalunha. Inesquecível !

Voltamos para Lloret de Mar.  Já chegámos tarde e após jantar ainda deu para sentir o fervor da música do Caribe, numa praia repleta de gente simpática.

No oitavo dia, já estávamos no processo de retorno, passando novamente por Barcelona,  Lérida, Saragoça e Sória, onde voltamos a pernoitar num hotel de quatro estrelas com serviço e requinte de sete estrelas.  Com muita pena, fomos jantar no único local que estava aberto. A comidinha estava apetitosa porque continha o melhor tempero do Mundo, a fome.

No último dia, a pressa de chegar a casa já era notória, mas, pior do que nunca terminar uma viagem é nunca ter partido.   Estava contente por esta iniciativa e ter encontrado o parceiro ideal  para me acompanhar.  

Tínhamos entrado em Portugal por Miranda do Douro.  Seguimos para Macedo de Cavaleiros, Mirandela,  Vila Real  e pela A4 até ao Porto.   Em Penafiel  a chuva apanhou nos de surpresa.  Como tinha retirado o pinlock da viseira,  tive que vir debaixo da chuva com a viseira entreaberta, provocando uma pequena inundação no meu pescoço.  Foi horrível, Uma chuva muito intensa, visibilidade zero, transito de retorno de trabalho, restava-me apenas  uma hipótese, colar-me na traseira de um camião e aguentar.

Mas já faltavam poucos metros para chegar a casa. Quando cheguei  não pude entrar,  não estava ninguém em casa e não tinha chaves.  Pensei ! Vou voltar para Riano e fazer o percurso novamente…
Carlos Serrano.

Antonio Carlos Serrano
Zero à esquerda
Zero à esquerda


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Mensagem por carlosrosa em Sex Jun 28 2019, 09:33

Muito bom, com umas fotos ainda ficava melhor, vamos ficar a espera das fotos que deves ter muitas, ou não fosse uma das tuas especialidades.

Mérito atribuído só porque é merecido.

Abraço
carlosrosa
carlosrosa
Já conduz... mal!
Já conduz... mal!


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Mensagem por Rico Sousa em Sex Jun 28 2019, 12:17

Boa volta, fixe crónica.
As molhas são uma constante no norte de Espanha. No ano passado, julho, ao sair de 1 túnel parecia q estava a entrar numa cachoeira tal a qtd de água q caía e como só levava o corta vento vestido...
Para a ajuda das despesas aí vai merecido Mérito

________________________
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Mensagem por carlos lopes em Sex Jun 28 2019, 21:58

Maravilhosa descricao.
Realmente só faltam umas fotos... Very Happy
carlos lopes
carlos lopes
Já conduz... mal!
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